Porque gente não é peixe?
Às vezes eu fico me perguntando se a humanidade não seria divertida se nos comportássemos como cardumes de atum.
Categorias: Mundo Animal, VídeosÀs vezes eu fico me perguntando se a humanidade não seria divertida se nos comportássemos como cardumes de atum.
Categorias: Mundo Animal, VídeosDesde a alvorada do homem, precisamos adquirir novos produtos para melhorar de vida. Nunca é demais ter demais. Os Irmãos Rocha, por exemplo, sempre aparecem com uma promoção daqui, ó. Impossível dar uma passada lá e sair sem sacolas imensas de couro de mamute.

Pontas de Flecha Irmãos Rocha. Sua melhor opção em Pedra Lascada.
O Homo sapiens foi evoluindo durante milhares de anos. Aprendemos a ler, escrever, construímos e destruímos civilizações. Descobrimos planetas, descobrimos galáxias, descobrimos a data de aniversário do Universo. Estávamos tão interessados em descobrir mais sobre tudo que esquecemos de descobrir mais sobre nós mesmos. Pouco se sabe, mas o Homo sapiens evoluiu ao longo dos anos juntamente com seu irmão, o Homo vendedorus.
O Homo vendedorus é uma espécie comum que convive pacificamente com o Homo sapiens. Seu comportamento peculiar de sempre querer empurrar um produto a mais para o consumidor não tem explicação científica. Talvez isso lhes proporcione algum prazer, o que neste caso não é muito diferente do que puro sadismo.
Um exemplo extremo disso pode ser observado quando você tenta comprar um carro. O Homo vendedorus trata suas vendas como partos, e seus produtos como filhos.
- Olha aquele Palio ali, 96, gasolina, sem vidro, sem ar, sem nada. Lindo, né?
- É né, tirando que ele tá com o banco rasgado, o botão do vidro não funciona e o câmbio sai na minha mão.
- Ah, detalhezinho, eu conserto pra você.
- Hum, quanto?
- Tô pedindo 17, pra você eu faço 16.500 vai.
- Hum… tem outro?
- Dá uma olhada nesse Golzinho quadrado, que belezinha. 86, olha as rodas que beleza.
- Sei não, hein.
- Olha, Golzinho tá todo mundo querendo hein? Cê acha que encontra melhor aqui na cidade? Encontra nada!
Sua integridade física está à salvo na companhia de um Homo vendedorus. No entanto, existe uma outra subespécie mais perigosa, a Homo vendedorus comicionattus. E com essa, meu amigo, é melhor pensar antes de pisar e, se possível, jogar um grande pedaço de bife antes, pra amansar a fera.
O Homo vendedorus comicionattus, mais conhecido como Vendedor Comissionado não tem outra opção. Não há meio termo no mundo das comissões: vende ou vende.
Essa raça se proliferou demais com o crescimento da máquina capitalista. Grandes lojas foram crescendo, mais mão-de-obra foi requisitada. Infelizmente os inventores dessas lojas não chegaram a conhecer a China, pois lá se contrata um caminhão de gente por meio salário mínimo e alguns grãos de comida.
O grande perigo dos Vendedores Comissionados é a voracidade. Eles vagam pelas lojas à procura de alimento, que hora ou outra acaba sendo você. Visando largas mordidas no seu orçamento familiar, lançam seu canto de sedução universal:
- Já foi atendido?
Este canto emite um som de baixa frequência que não é captado pelos ouvidos dos Homo sapiens sapiens. Ele ecoa por toda a extensão da loja, não encontrando barreiras desta dimensão capazes de pará-los. Todos os comicionattus sabem quando perdem um cliente, principalmente quando ele ainda pode ser reconquistado.
Note que enquanto você espera o vendedor trazer seu produto, vários outros comicionattus se aproximam lentamente de você. Ficam transitando, teoricamente de bobeira, como se não quisessem nada. A visão humana, contando e descontando a todo o campo da visão periférica, permite que você observe aproximadamente 160° à sua volta, o que lhe permite observar apenas um terço do perigo que você corre. De comportamenteo curioso, atacam em bando, porém não compartilham da caça. Os mais fracos atraem a atenção da vítima pela frente, enquanto o resto da matilha se aproxima pelas costas. Uma vez que o predador deixa a presa vulnerável, os sorrateiros comicionattus se aproximam vagarosamente, até que um grito de horror ecoa por todo o ambiente:
- Já foi atendido?
Seu habitat preferido são as grandes lojas de roupas, eletrodomésticos e toda a alegria da dona de casa. O Valhalla dos vendedores certamente são as Casas Bahia, líder nacional de carnês e filas de pagamento imensas. A densidade demográfica dessas grandes lojas é de um vendedor por metro quadrado, e eles se reproduzem a uma velocidade assustadora. Geralmente você nunca é atendido duas vezes pelo mesmo vendedor. Aliás, as chances da pessoa que te atender ser parte da imensa prole do Marquinhos, que te vendeu aquela televisão 29″ alguns dias atrás, são grandes. São grandes também as possibilidades da prole ter devorado Marquinhos nos primeiros dias de vida.
Pobre Marquinhos, vendia faqueiros como ninguém.
Categorias: Mundo AnimalEu devo estar passando por um período de paz e amor. Não consigo achar nada pra sacanear, isso é meio triste.
Então fique com o vídeo super kawaii de um gatinho.
Categorias: VídeosPessoal,meu nome é Cristina dos Santos, sou moradora da cidade de Birigui a alguns anos, e preciso da ajuda de todos vocês, pois não sei mais o que fazer. Eu sempre sonhei em ter um monte de filhos, adoro crianças, mas embora eu e meu marido tentássemos sempre, nunca conseguiamos engravidar. Ao custo de muito esforço, juntamos dinheiro e eu fiz um tratamento com o Dr.Sérgio Marttoreli, e finalmente consegui realizar meu sonho e ter um bebê.
Há cerca de um ano atrás nasceu a minha Ana Cláudia, meu anjinho, que trouxe uma nova alegria pra minha vida, e me proporcionou algo indescritivel.
A Ana Claudia crescia normalmente, até que completou 6 meses de vida, e eu comecei a estranhar que ela não se mexia muito, era muito quietinha.
O médico fez alguns exames nela, não conseguiu detectar nada, mas mesmo assim pediu alguns exames mais detalhados.
Quando o resultado chegou,minha vida desabou, pois Ana Claudia tem uma rara doença que vai paralisando seu corpo lentamente, fazendo que seus órgãos internos parem pouco a pouco de funcionar, até que o doente morra sufocado, pois o pulmão não consegue mais respirar.
Eu fiquei desesperada, sem saber o que fazer, pois o médico me garantiu que não existia nem tratamento para tal doença, que tudo que podiamos fazer seria sentar e esperar pela morte da minha menina, só assistindo ela definhar dia a dia. Não me conformando com a situação eu pedi demissão do meu emprego e comecei a pesquisar, até que descobri que um médico italiano desenvolveu um tratamento que pode salvar minha filha; só que para que ela tenha alguma chance nós precisamos ir para a Itália, e morar lá por cerca de um ano, que é quanto dura o tratamento.
Imagina meu desespero ao saber que meu anjo poderia ser salvo, mas eu não tinha condiões nem de ir para a Italia, quanto mais morar lá.
Num ato de desespero supremo saí de fábrica em fábrica da cidade pedindo ajuda, e finalmente consegui ajuda de 7 grandes fábricas, que vão mandar eu e minha filha pra itália e nos sustentar pelo tempo necessário do tratamento, mas, para que eles não saiam perdendo, eu preciso fazer minha parte, que é a propaganda dessas fábricas.
Conversei com um provedor aqui de minha cidade e eles vão me auxiliar; tudo que preciso fazer mandar essa mensagem para o maior número possivel de pessoas, e pedir encarecidamente que elas mandem para o maior numero possivel de conhecidos, e quando atingir a marca de 10 mil emails enviados, eu poderei ir para a Itália salvar minha filha .
Por favor, mandem essa mensagem pra todos os seus conhecidos, quanto mais mensagens vc mandar, mais chance minha filha tem de sobreviver.
Obrigado Cristina
É de partir o coração saber que o provedor malvado ainda bota a nobre senhora desesperada numa gincana de envio de emails.
Tô fazendo minha parte, dibowa.
Categorias: -Se você é daqueles que acredita que não há céu nem inferno, e que quando morrer sua alma vai se vestir com um terno branco e vagar por lindos campos verdes junto com outras alminhas, enquanto cantarolam e fazem rodas de mãos dadas, você é um tanga.
Depois de muitas pesquisas, descobri que demônios existem, e eles não habitam tão somente o inferno. Seu lugar favorito é atrás de móveis e estantes, nos cantos das paredes e em todo lugar que fique imóvel por mais que dois dias - tempo suficiente para estabelecerem o perímetro do seu reino, criar os súditos e capturar comida. Também descobri a melhor forma de exorcisar estes demônios modernos. Agarre-se à vassoura mais próxima e saiba onde vai pisar, porque vamos entrar no ninho das criaturas mais grotescas da face da Terra: Aranhas.

Sou só eu que tenho medo pra caralho dessas malditas aranhas de teto?
Neste momento sou a melhor pessoa para falar sobre tais criaturas, afinal já fui vítima de um destes servos de Belzebu duas vezes.
O ano era 2005. Eu andava dibowa até a casa de minha então namorada, quando passei por uma ponte de aproximadamente dois metros, que cruzava um rio. As margens do rio eram cobertas por pequenas e simpáticas flores amarelas. Acredite, isso é relevante.
Enquanto cruzava a ponte, senti que havia sido “atingido” por um pedaço de teia passando diretamente pela minha jugular. Como qualquer pessoa deste lado da galáxia faria, eu simplesmente arrastei o dedo pelo pescoço - talvez por reflexo ou na tentativa de retirar a teia, não com a intenção de colocá-la no lugar. Segui o longo trajeto de seis passos até o fim da ponte e cheguei à calçada novamente.
Então senti uma pequena dor na mão, seguida de um formigamento. Curiosamente, a picada havia sido exatamente no mesmo lugar que Peter Parker levou sua picada: entre o dedo indicador e o polegar. Imediatamente olhei e lá estava ela. Tenho certeza de que ela havia digo alguma coisa. Se eu fosse capaz de entender o que aquela singela criatura disse, algo me diz que seria:
- HAHDSAÇLKHSDÇKLAF SE FODEU PAU NO CU TE MORDI VO TE MATA FDP
Era uma batalha de Davi contra Golias, só que aqui Davi era uma aranha, tinha quatrocentos e cinquenta olhos, oito pernas e era amarelo, enquanto Golias tinha seiscentas vezes o tamanho de Davi e calçava tênis, 80kg, olhos verdes, cabelos dourados, não fumava e era sensualidade total. Davi não chegou a posar para foto, mas eu encontrei no orkut alguém muito parecido com ele:

O saudoso senhor João Pantone iria se orgulhar desta escala de cores
Davi me fitava com seus novecentos olhos, imóvel. Como um mestre de kung-fu, ou qualquer outra arte marcial milenar ensinada por alguém com olhos puxados, a aranha assumiu uma posição de combate, levantando as duas pernas dianteiras. Tenho certeza que se ela tivesse em mãos um escudo e uma espada, eu seria decapitado.
Como bom homem e ativista dos direitos dos animais, eu fiz a única coisa que achei certo: me balancei todo como uma gazela embebida em gasolina em chamas. Respeitando as leis da física e do respeito pelos mais velhos, a aranha não era forte o suficiente para se segurar e caiu na calçada, na mesma posição. Sua cor era realmente muito bonita, um amarelo forte e vivo que, confesso, me fazia ter mais vontade de pisar em cima. Talvez a sola do meu sapato deixasse marcas.
Ainda em posição de ataque, agora balançando-se para os lados, o inimigo ainda me fitava. Ele era hostil e agressivo, atiçava meu ataque. Dava a impressão de que estava sempre pronto para um contra ataque.
Golias pisou em Davi. De ódio, arrastou seu pé sobre a calçada, não deixando sequer marcas da existência do rei.
A marca que Davi fez em mim lá ficou por dois dias. O formigamento foi breve, mas uma pequena dor continuava. O conhecimento que tinha de aranhas me deixava mais tranqüilo, afinal no Brasil existem apenas três espécies venenosas e todas bem características.
Posso lhes dizer que ser picado por uma aranha é uma experiência fascinante. Claro que rola uma expectativa, nunca se sabe de onde a mensageira de Satã veio ou o que ela tem comido no almoço. Se eu desse sorte e ela tivesse feito um belo café da manhã com urânio enriquecido, a história seria outra.
Na tarde deste domingo, fui atacado novamente. Desta vez, saí ileso graças à grande destreza adquirida com anos de uso do computador.
Enquanto descansava na rede, no quintal de casa, senti o KI de um inimigo se aproximando. Não era o de Vegeta, nem o de Majin Boo. Ela estava na altura do meu cotovelo, preparando um bote delicioso e suculento.
O inimigo desta vez era menor, poucos milímetros talvez. Era mais uma daquelas aranhas de jardim, que andam pulando e são peludinhas. Quem disse que nerds nunca viram aranhas peludas? Ao contrário de sua prima distante amarela, esta era dócil e calma. Estava somente brincando nas curvas avantajadas do meu braço pouco mais grosso que um cabo de vassoura.
Fiquei brincando com a criatura. Ela dava saltitos muito homossexuais, ao invés de se locomover normalmente. Enquanto eu me divertia às custas do pequeno artrópode, notei pela minha visão periférica que ele havia trazido a família inteira para brincar sobre meu corpo: as irmãs Clotilde e Marilda, o tio Alfredo e a dona Célia, amiga da família.
A primeira reação foi de prazer sexual. Nunca havia experimentado a sensação de ter 5 aranhas peludas em cima de mim e talvez morresse sem saber como era. Então me toquei do perigo: elas queriam me devorar vivo e levar grandes pedaços de carne para sacrifícios realizados à luz da lua cheia
Numa reação ninja, afastei-me da rede a uma velocidade de centenas de metros por segundo. Desconfio que naquela hora eu quebrei a barreira do som. Ao procurar novamente, a família aranha não se encontrava mais sobre o meu corpo e eu então pude dar um longo suspiro. Estava salvo e louco por um picolé.
Corri para a geladeira e encontrei um solitário picolé de côco. E eu não gosto de côco.
Categorias: Diarinho Gay Homossexual, Mundo AnimalTodos os computadores do mundo serão de alguma forma atualizados pela Internet, totalmente de graça.
Ninguém terá o direito de reclamar do computador que tem, já que todos seriam iguais e bons. Não existirão aplicativos ou jogos que exigem máquinas novas com o dobro do preço. Se uma nova tecnologia for lançada, uma atualização dos computadores será lançada imediatamente.
A Internet também será de graça e totalmente wireless.
Categorias: Leis de RaphsPesquisadores do sul da Nova Guiné descobriram que a humanidade pode ser dividida em dois grupos: os que assistem todos os blockbusters do ano e a cada filme descobre o melhor de sua vida; e as que dizem que os melhores filmes são aqueles que você nunca ouviu falar e, francamente, estou começando a acreditar no segundo grupo.
Eu tenho um grande problema, e talvez seja o meu melhor defeito: eu não sei falar bem. Sou satisfatoriamente bom ao falar mal das coisas mas quando a situação requer um elogio, eu consigo argumentar tanto quanto um ganso banhado em petróleo. Essa constatação foi feita com uso de gansos treinados. Não garantimos que nenhum deles foi avariado durante a experiência. Deve haver alguma coisa errada, porque eu simplesmente não consigo achar UM MÍSERO DEFEITO em Into the Wild. E, olha, isso é um bocado difícil de acontecer.
Pelo que conheço vocês, não faz a menor diferença eu colocar diretor, ano, duração, cor, censura. Se for o caso, clique no botão “Foda-se o pôster, quero ver TRAILER”, a melhor invenção deste blog de todos os tempos.
Uma coisa que aprendi com pouca experiência na sétima arte é que existem filmes e filmes. Uns fazem você segurar na sua cadeira e fechar seu esfíncter com zumbis vampiros, caminhões que viram robôs e monstros gigantes indestrutíveis. Outros são experiências psicológicas que provavelmente gastaram pouco mais de duas horas e um estagiário para criar efeitos especiais.
Into the Wild é uma dessas experiências. A primeira coisa que veio à minha cabeça depois de terminar o filme foi “Não vou conseguir resenhar isso”. O filme mexeu tanto comigo que perdi algumas horas de sono lembrando dos melhores momentos do filme - que não são poucos.
Conta a história de Christopher McCandless (no filme interpretado pelo ótimo Emile Hirsch (Show de Vizinha) que, parte pelas idéias dos autores que lê, parte por causa da hipocrisia dos pais e pelas idéias revolucionárias, num belo dia resolve doar todo seu dinheiro para caridade, jogar seu carro numa enchente relâmpago e simplesmente desaparecer. Adota o nome de Alexander Supertramp, ou Alex, talvez para dificultar o trabalho de encontrá-lo, talvez para apagar aquele que um dia foi Chris McCandless. Seu destino é o Alaska, onde viveria no meio do nada e tendo a natureza como vizinha. E o rapaz tá bem de vizinha, já pegou até a filha do Jack Bauer, cara!
Quem nunca pensou como seria botar alguns poucos pertences nas costas e sair vagando sem destino? Fazer amizades que você provavelmente jamais verá novamente, conhecer lugares que não estão no Google Earth, fazer coisas que normalmente faria você correr desesperadamente para a saia da mamãe? Caso a resposta seja NÃO, você é um tanga.
O filme segue esta fórmula básica. Chris - ou Alex - larga uma vida perfeita por aventura e em nenhum momento demonstra arrependimento. Saudade sim, juntamente com o sentimento de estar fazendo algo errado - seus pais, principais responsáveis pela revolta de Alex, não sabem o que aconteceu com o filho.
Alex conhece várias pessoas durante sua jornada - e de certa forma muda a vida de todas elas. Junta um casal de hippies em crise, muda a vida de um velho decadente e sem perspectiva. Eu, particularmente, gosto de personagens não-comuns, pessoas que não são só mais um no meio de muitos. Chris é especial, do seu jeito porra-loca, mas especial.
Prometi que não ia enfiar mais spoilers nas resenhas, então não contarei mais detalhes do enredo. A única coisa que posso revelar é que, no final do filme, uma dedicatória apareceu e uma gigantesca avalanche de neve gelada percorreu minha espinha: o filme é baseado em fatos reais. Como mal havia ouvido falar do filme, jamais desconfiaria disso! Tudo que está retratado no filme, originalmente, está no livro Into the Wild, uma “biografia” de Christopher McCandless escrita por Jon Krakauer. Imaginar que os fatos, os locais e as pessoas daquele filme são reais - claro, com algumas colheres de drama de cinema - é perturbador e fascinante. Não sei porque, mas a imagem do local onde o ônibus em que Chris passou tanto tempo comove bastante.

Na direita, em cima: Chris diante do ônibus, embaixo o ônibus do filme e na foto maior, o
local onde Chris foi encontrado.
Into the Wild mexe com algum instinto bem escondido em cada um de nós. Durante os 150 minutos você não consegue sequer mudar de posição na cadeira. Faz você pensar “Cara, não preciso de cidade”, pegar umas panelas e correr pro meio do mato.
Parte pela trama, parte pelas atuações, parte pela trilha sonora. Não posso ser imparcial ao citar a trilha sonora, composta por Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam - que caso você ainda não saiba, é a melhor banda de todos os tempos deste lado da galáxia. A trilha do filme é o primeiro álbum solo dele, inclusive. E cara, é bom. Muito bom.
Enfim, acho que falei demais e não falei nada. Tarde demais. Pra resumir, Into the Wild é um puta filme e você provavelmente não ouviu falar sobre.
No final das contas, descobre-se que não é uma tarefa fácil resenhar o melhor filme da sua vida. Nota 10, sem choro.
Categorias: ResenhaDesde o amanhecer da raça humana, o ser humano participou de discussões. Guerras começaram em discussões. Guerras terminaram em discussões. Numa dessas, o Betão parou de freqüentar o Center Beer, melhor boteco da cidade. Todos sentem a falta dele.
Mas o que nas mesas quadradas de metal dos botecos por aí afora se chama de DISCUSSÃO, na internet isso se chama PODCAST. E numa jogada de marketing SENSACIONAL, com direito a letras maiúsculas, nossos amigos criaram o PHODCAST.
E cara, olha esse banner.

powered by ODEODando os devidos créditos aos participantes: Ana Clara [Sem Insetos], Luke [Que Diabos?], Tebas [Xexelentos] e Pedro [Delirância], além de mim. Créditos e beijos para todo mundo, aliás.Tirando o fato de que todo mundo começa RINDO da minha cara, garanto que vai fazer os músculos da sua boca terem leves contrações. Alguns dizem que conseguiram esboçar um sorriso e me disseram também que se tornaram as pessoas mais felizes do mundo, inclusive saíram distribuindo lanches para mendigos e ajudando velhinhas a atravessar a rua. O Phodcast te tornará uma pessoa melhor.
E com certeza vai fazer você se lembrar da época que usou a colher de plástico como catapulta pra jogar macarrão naquela garota que você GOSTAVA mas não dava bola pra você.
Pô, qualé, eu fiz isso. :\
Categorias: BlolololololoolgueirosOdeio e Justifico
Uma espécie de sucursal do Ato ou Efeito, o Odeio e Justifico, como o próprio nome diz, não cai na mania de milhares de usuários do Orkut de simplesmente odiar por odiar, sabe aquele coisa sem lógica, desprovida de fundamento? Aqui não, o autor justifica tudo com lógica (do tipo bem pessoal, mas ainda assim lógica).
Clique aqui para ver a notícia completa.
Hahahsdaçlksdfg estou me sentindo estrela ok. VEJA aí vou eu.
Categorias: BlolololololoolgueirosA Quarta-feira de cinzas marca o fim do Carnaval. “Mas não era pra você estar COMEMORANDO?”. Não!
Na Quarta-feira de Cinzas acaba o Carnaval, e com ele os feriados de graça. Porém se você não sabe, o Carnaval NÃO É feriado.
Então BORA TRABALHAR, molecada, que o trabalho enobrece o homem.
Este post finaliza a série “5 motivos para odiar o Carnaval”, que entrou para a história como a primeira série de posts que passou do SEGUNDO em toda a vida do Odeio e Justifico. 5 posts em 5 dias, meu vocabulário está totalmente saturado e meu cérebro não consegue mais pensar.
Créu, créu, créu.
Categorias: Indignação inútil