Archive for May, 2008

May-31-2008

Uma história de muitos títulos - Parte II

É como a Bíblia, cortada em pedacinhos:

Madrugada do Dia 01

O ônibus saía às 5:30 da madrugada. Se você morou a vida toda na cidade grande, esse horário é basicamente a hora do dia em que todos os galos começam a cantar insandecidamente em intervalos de 4 em 4 segundos. Não que aqui convivamos com galináceos nas ruas, mas não é tão raro ouvir o som destes simpáticos animais cacarejantes durante a noite. É um horário incômodo, já que não é cedo suficiente pra se falar “Bom dia!” nem noite suficiente pra falar “Boa noite!”. Por si só, já é mais um empecilho na hora de cumprimentar o simpático rapaz que vendia as passagens.

Para meu corpo, o momento que antecede viagens longas é um martírio sem tamanho. A ansiedade se torna muito maior do que a vontede de roer unhas, dedos e todas as outras partes do corpo humano que permitem tal ato de desespero. Tudo se torna um desafio fisiológico: uma incontinência urinária me abate em 90% dos momentos antes de entrar em um ônibus, talvez por trauma do incômodo banheiro oferecido pelas empresas masoquistas de viação - se é que aquilo pode ser considerado um banheiro: um cubículo de um metro quadrado, com uma pseudo-privada sem água.

Os perigos de se ter uma privada sem água são muitos. Tudo bem, a maioria das pessoas é inteligente o suficiente pra fazer seu esfíncter se comportar graciosamente durante uma viagem rodoviária de quatro horas, principalmente quando outras 40 pessoas estão no mesmo transporte. Agora se, de repente, alguém come aquele espetinho de carne de capivara da barraquinha do carismático Seu Jorge antes do embarque e resolve ter uma disenteria? A porra do “banheiro” não tem sequer água pra aliviar o cheiro, se os órgãos de alguém resolverem DERRETER lá dentro, lá irão ficar até que a corajosa Dona Neusa usasse seu esfregão divino em tamanha porcaria. Santa Dona Neusa.

Dizem que conhecemos mais a superfície da Lua do que o fundo do mar. Eu digo que conhecemos mais sobre o resto do Universo e sobre a própria existência humana do que conhecemos os banheiros de rodoviária. Cada um é uma cultura diferente, um clima todo especial e único. Cada porta é uma surpresa, nunca se sabe o que você vai encontrar atrás daquele pedaço de madeira em decomposição que tampa as privadas, lugares intocados mas tão violados quanto a mais velha mulher da vida de beira de rodovia. Algo comum é utilizar a porta do banheiro como uma espécie de “Mural de recados” onde você, depois de dar aquela aliviada, pode deixar um recado para o próximo companheiro que adentrar as dependências da mesma cabine.

Muitas vezes estes ambientes se mostram lugares onde pessoas demonstram a falta de afeto na sociedade: as portas de banheiro, pelo menos a grande maioria que já frequentei, sempre carregam em si endereços eletrônicos para outras pessoas entrarem em contato.

“Procuro amigo para contar sobre minhas experiências, entre em contato garoto_solitario_2007@hotmail.com”.

“Caminhoneiro safado afim, estou sempre neste posto às quintas-feiras, das 18 às 21h”

Mas não só de coisas divertidas vivemos. Viagem também é tensão, é desespero, é coisa ruim.

Uma das coisas que mais me irrita em ônibus e outros tipos de transporte coletivo é, ironicamente, o fato dele ser coletivo. A coletividade do transporte significa que ele é pra muita gente, logo as chances de se ter pessoas inconvenientes aumenta. E eu sinto cheiro de gente assim. É como se um inimigo tivesse vindo lá de longe e você sentisse o cosmo dessas pessoas queimando perto de mim.

E momentos antes de adentrar o ônibus, eu senti esse cosmo. Estava entrando sozinho em uma viagem de cinco horas em direção ao desconhecido, não havia como haver problema maior, certo? Errado. Uma família GRANDE, cheia de tudo que eu sempre gosto de ver: malas, sacolas e CRIANÇAS. MUITAS CRIANÇAS. É de conceito geral que crianças e ônibus se dão tão bem quanto um peixe e uma bicicleta de dezoito marchas. Eu sabia que não ia ficar tudo bem, sabia que ia ser uma longa viagem.

Não começamos bem. Paguei pela poltrona número 21, na janela. Quando adentro o ônibus, vou conferindo as poltronas e logo avisto a minha. Encontro então uma das crianças que avistara antes ocupando meu lugar de direito. Tudo bem, até que dei a sorte de pegar a poltrona 19: o único lugar de todo o ônibus que não tinha janela dividida. O único problema era a poltrona da frente, ocupada por uma mulher bastante folgada, que reclinou completamente a sua poltrona e praticamente imobilizou minhas pernas - mas se arrependeu, logo eu estava livre.

O caminho até a próxima parada era curto, coisa de vinte minutos. Durante todos os vinte minutos, a pessoa do banco de trás manteve o celular ligado tocando músicas horríveis - funk carioca, na sua maioria. Eu duvidava que existisse invenção mais infeliz que tuning de som de carro, até sentir na pele - e nos ouvidos - os males causados pela função de viva-voz dos celulares. Durante a parada, o motorista pediu educadamente para que todos os celulares fossem mantidos na função vibratória. Também na parada entram mais pessoas no ônibus, agora ultrapassávamos a incrível marca da primeira dezena de pessoas a bordo.

Eu estava distraído, talvez a muitos quilômetros dali. Uma jovem moçoila de cabelos encaracolados me pede desculpas. Não entendi o porquê, peguei a blusa que havia caído no chão e voltei minhas atenções para a janela. Ela colocava o violão no compartimento acima da minha poltrona. Pensei “bom, acho que tenho companhia, deixa eu dar uma arrumada e tirar esses óculos de SOL PORQUE AFINAL SÃO CINCO HORAS DA MANHÔ.

- Desculpa, mas eu comprei a janela e tal…

Tudo começava a vir abaixo. Tudo bem, ela tinha toda a razão, mas ao me levantar me dei conta de que TODAS as janelas estavam ocupadas! Onde raios eu iria sentar agora? Levantei-me e saí à procura de uma poltrona vazia. A família infernal estava em linha, duas fileiras de poltronas exclusivamente destinadas a ela. E logo atrás de uma delas havia uma poltrona livre. O pior lugar do ônibus estava reservado para mim. Então comecei a acreditar em destino.

Os primeiros dez quilômetros foram tranquilos. Havia conversa mas era totalmente ignorada pela considerável e nunca antes tão agradável potência dos meus fones de ouvido. Tudo ia muito bem até que acontece o esperado: um dos bebês começa a chorar. Se eu apostasse comigo mesmo que isso iria acontecer, teria ganho.

O torque vocal daquele guri era inacreditável. Se a energia liberada naquela choradeira toda fosse canalizada, iluminaria uma cidade de pequeno porte por alguns meses! Era tão estridente que eu jurava que sentia as lentes do meu óculos em ressonância, tão alto que minha mãe me ligou lá de casa perguntando se eu tinha tomado meu leite. Tente imaginar um trio elétrico baiano armado de microfones próximos às caixas de som e você terá algo parecido, porém em menor escala.

Tenho a certeza de que, se um dia eu vir a precisar de um pulmão, já sei onde pedir. O garoto tinha uns catorze pulmões, respirar não era necessário. Não só assobiar e chupar cana, ele também era capaz de CHORAR DESESPERADAMENTE durante o processo. Sua mãe era o típico caso de quem engravida quatro vezes antes do casamento e já não aguenta mais carregar a prole pra todo lado: tentou resolver o problema no good-way, ou seja, porrada. Desceu um tabefe na mão do moleque, deu pena, mas felizmente fez ele engolir o choro. Se soubesse que seria tão fácil, eu mesmo teria jogado minha mala sobre ele.

O combinado era de que eu, assim que tivesse chegando em São Paulo, ligasse para meu pai. Mas como raios eu iria saber onde estava? A não ser que eu perguntasse para o próprio motorista, aumentando exponencialmente as chances de que ele fizesse uma curva errada e nos levasse para a morte certa, eu estava tão bem localizado quanto uma agulha num palheiro - pintado de prata. Como fui bem educado pela televisão, soube exatamente a hora de ligar. É incrível como o acaso sempre responde minhas perguntas.


Favelas: as placas de boas vindas da terra da garoa.

Sabe-se lá porquê, a criança infeliz começa a chorar novamente. Desta vez já havia não só perdido as esperanças de dar uma cochilada durante a viagem, como também meu próprio sono me abandonara e encontrava-se sentado algumas fileiras atrás. A geniosa mãe então, esperta como só ela, acha o remédio definitivo para a criança: um brinquedo.

- Vou dar alguma coisa pra ele brincar.

Nessa hora foi como se eu tivesse colocado meus pés numa fonte termal cheia de água morna e creme para massagem. Enfim, o tão necessário repouso estava próximo. Mesmo que durasse menos de uma hora, tempo suficiente para chegarmos ao final desta odisséia, fechar os olhos no puro silêncio seria regenerador. Mas como eu sempre recebo muito mais do que mereço…

Se eu fosse criança, qualquer tipo de distração me faria calar o bico. Um boneco, um caderno para desenhar, um gibi da Turma da Mônica pra ler, essas coisas acalmam as crianças. Mas não, é pedir demais que uma mãe tão carinhosa desse pra uma criança tão legal um gibi da Mônica. Ela então tira da bolsa um chocalho de plástico.

O barulho produzido pelo chocalho era infinitamente mais desgraçado que seu choro. Não contente em ficar balançando aquela ferramenta do satanás pelo ar, ele descobriu que a janela produzia um barulho muito maior e mais divertido. Dentro da cabeça do pirralho, ele tinha acabado de roubar o fogo dos deuses. Na minha, ele usou o fogo pra incendiar a humanidade.

A única foto da peste que consegui, com ela já tranquilizada por alguma dose cavalar de Prozac, foi capturada com meu celular para eu não passar a imagem de pedófilo perseguidor de criancinhas.


Sinto calafrios só de olhar para essa criatura.

Na chegada, tive que saciar minha curiosidade. Eu tinha que levar comigo algo que me fizesse lembrar desta encarnação da balbúrdia e anarquia. Uma mecha de cabelo era difícil, então tomei a liberdade de perguntar à mãe o nome de sua amada cria.

Finalmente, São Paulo. Uma cidade grande, apaixonante e detestável. Mais aventuras no próximo post. O nome dele?

Raphael.

Fim da parte II

Categorias: Diarinho Gay Homossexual
May-29-2008

Quer ver mais pau?

Raphs teve a melhor semana de sua vida, VLW diz:
OK
chega
?
QUER VER MAIS PAU
luke. ingrid vai dormir com a minha camisa hoje, ela vai ela vai. (L) diz:
S
eu juro que gelei
quando tu pôs a mão na calça

Categorias: Logs do Luke
May-29-2008

Meu cabelo teve um bom dia.

luke. ingrid vai dormir com a minha camisa hoje, ela vai ela vai. (L) diz:
chegou minha camisa
do aoe
Raphs teve a melhor semana de sua vida, VLW diz:
TERCEIRA
VEZ
QUE TU FALA
ENFIA A MERDA
DA CAMISA
NO SEU CU
E FAZ TEU PROPRIO POTE DE SANGUE

Categorias: Logs do Luke
May-28-2008

Uma história de muitos títulos - Parte I

Dia 0 - Dia de fúria

Na véspera do grande dia da viagem, estava tudo praticamente pronto. Contrariando uma regra pessoal, as malas já estavam arrumadas, mesmo que fosse apenas uma mochila com duas camisetas, roupas de baixo, carregador de celular e um livro, que sequer foi tocado durante toda viagem. A câmera, uma das muitas personagens secundárias desta história, me acompanhava dentro de uma bolsa que se assemelha a uma lancheira, daquelas que você usava na segunda série para levar suco de laranja e salgadinho do Cascão - que era divino, se me permite o comentário.

A sexta-feira é também o dia mais crítico do meu trabalho. Fechamento de edição, pelo menos no consenso geral daqui, também significa “o dia que vocês vão trabalhar até os ossos começarem a se quebrar sozinhos, e os chefes vão arrumar outra coisa mais divertida pra fazer do que dar atenção pra vocês”. Falta de pessoal, de estrutura e, principalmente, de vergonha na cara são apenas algumas das moléstias às quais somos submetidos. Falta de pagamento costuma fazer parte desta lista, mas ele sempre acaba aparecendo na última hora, geralmente uns 5 dias depois que todas as suas contas venceram, mas isso é tão normal que é quase uma tradição.

O problema é quando o pagamento não vem.

A menos de 15 horas do embarque, sendo que nem passagem eu havia comprado ainda, descubro que meu chefe não só está foragido como tenho a certeza de que eu não vou receber um tostão quebrado sequer. Trocando em miúdos, a viagem (pela qual não só eu esperava há meses) estava sumariamente cancelada.

Pra quem conhece o blog há mais tempo, ou pelo menos da época que comecei a escrever diarinhos aqui, meus textos são baseados única e exclusivamente em tentativas desesperadas de transmitir sensações parecidas com as que eu mesmo tenho, para que você leitor não apenas leia o texto, mas faça parte do complexo universo que é meu sistema nervoso.

No momento em que percebi que tudo que eu havia sonhado para aquele dia havia descido ralo abaixo, foi como se um caminhão pipa carregado com corpos de animais em decomposição triturados fosse despejado sobre mim. Imagine então encarar o dia mais difícil da semana, um fechamento de uma edição complicada, soterrado por duas toneladas de patê de bicho morto. Não é a melhor coisa do mundo, muito menos faz bem pra pele.

Alguns cientistas criaram um negócio legal chamado Relógio do Apocalipse que, a cada cagada da humanidade referente à energia nuclear ou coisas do tipo, é adiantado em alguns segundos. Se ele chegar à meia-noite, o mundo acaba. Simples e perfeito. Se eu adotasse um Relógio do Raphs Pegando Suas Coisas e Indo Embora, neste momento ele estaria a treze segundos da meia-noite.

***

Se por um lado a minha chateação era grande, do outro havia Laura. Não que eu não quisesse fazer isso, mas desde o começo eu sabia que eu estava fazendo isso mais por ela do que por mim. Ela parecia querer muito me ver, eu queria muito conhecê-la pessoalmente. Se eu não fosse, estaria quebrando uma promessa e deixando de fazer algo que eu desejava MUITO.

Diferentemente de outros tempos, hoje não tenho vergonha nenhuma em dizer que conheci Laura pela Internet, através do próprio Odeio e Justifico. Realizando uma busca, ela veio parar aqui, me encontrou no orkut e começamos a conversar. Em outras palavras, ela me achou no Google. Conversas vão, os arquivos de registro do MSN iam ficando cada vez maiores até que nos damos conta de que gostávamos de verdade um do outro - daí o grande motivo para que eu viajasse quinhentos quilômetros para conhecer aquela menina.

Mas era uma pessoa da Internet e, assim como várias outras pessoas que tiveram um contato, digamos, um pouco mais próximo de mim através de comunicadores instantâneos, e-mail e outras dessas traquitanas do futuro, estávamos eternamente separados por nossos fios de telefone. Eu sempre achei essa história de namoro virtual, ou e-love, uma babaquice sem tamanho. Até então, pra mim, amar alguém feito de pixels fazia tanto sentido como fazer amor com sua placa de vídeo.

E para os nerds, transar com uma GeForce 9800 GTX deve ser como ter uma noite de amor com uma atriz pornô.


Vai gostosa, renderiza meus gráficos no Ultra High, derrama em mim seus FPS…
Oh, isso, que delícia!
 
Geralmente eu entendia que era possível conhecer alguém na Internet, marcar um encontro e aí sim um namoro, no sentido mais literal e racional, se tornaria real e possível. No nosso caso, me toquei que a coisa ficou realmente séria entre mim e Laura quando me toquei que o que parecia uma conversa um pouco mais séria entre nós se tratava, afinal, de uma discussão de relação.Foi então que descobri que, contrariando tudo que eu sempre acreditei na Internet, eu estava sim apaixonado por uma pessoa que nunca havia visto pessoalmente.E, pela primeira vez, eu sentia falta de um abraço que nunca tive.

***

O final do dia chegava e estava bem chato. Entre outras coisas, eu e Laura mal conversávamos, o que era totalmente compreensível, já que por razões que não eram mais do alcance de nenhum dos dois, a promessa de nos conhecermos estava definitivamente quebrada. Então parece que Deus apontou o seu dedo divino pra mim e disse, com sua voz trovejante e inaudível: “Cara, tu merece…”, pra ser interrompido logo em seguida pela secretária:

- Raphael, vai lá na frente, acho que vão te pagar.

Se eu estava no meio de um túnel escuro e sem fim, o próprio Deus em pessoa abriu um BURACO no meio do túnel pra me dizer: “… então, como eu tava te falando, tu merece, mas só um pouco” pra então ser interrompido novamente por minha chefe.

- Vou te dar só metade, semana que vem te dou o resto.

Era o suficiente pra viajar mas me complicaria com as contas no fim do mês. Não mudaria minha decisão em cima da hora, a menos de 8 horas do embarque. A viagem continuava cancelada.

Laura e eu trocávamos mensagens mas nada além de “estou muito triste”, “fica pra próxima” e “vamos fazer amor na praia do Gonzaga ao entardecer”. Eu estava triste mas ela estava ACABADA, eu até me sentia mal de tentar falar alguma coisa. Então um estalo tão violento quanto uma manada de búfalos raivosos veio à cabeça:

- Laura.
- qq foi
- Tô afim de pegar no teu rosto, deixar bem perto do meu e falar EU TE AMO na tua cara amanhã.

Fim da parte I

Categorias: Diarinho Gay Homossexual
May-28-2008

Uma mão no pau, outra em Jesus

luke. debs, tebas, dérek (trupe phodcast miado) diz:
cês me interrompem
na hora do meu porn, véi
a hora do porn é sagrada ;/

Raphael diz:
;/
perdão

luke. debs, tebas, dérek (trupe phodcast miado) diz:
foi o primeiro casamento que eu fiz com uma mão na bíblia e a outra dentro da calça
vou pro inferno?

Categorias: Logs do Luke
May-24-2008

24 de maio de 2008.

100+

Por Laura.

Categorias: Diarinho Gay Homossexual
May-23-2008

vota na enquete pqppppp

Categorias: Nonsense
May-22-2008

Passa o blush

luke. diz:
vou roubar maquiagem da minha mae
sabe o quão foda isso é?
:F:F:F

Categorias: Logs do Luke
May-22-2008

Se você diz que é, é porque deve ser.

luke. :¬D diz:
tô pedindo pro atillah me xingar
sem usar palavrão
ISSO SIM
É DANÇAR CAN CAN
NUMA MINA TERRESTRE

luke. :¬D diz:
Atillah - É sério. Eu não falo palavrão. says:
“desejo que você seja penetrado por um afrodescendente de tamanho jumêntico no seu buraco corrugado até que você morra. Morra. Grato
nhé
COM CARALHO É BEM MELHOR

Categorias: Logs do Luke
May-22-2008

Homem é homem, macaco é macaco

Raphs está de luto por Arthur C. Clarke diz:
hasdlhçkaf tipo
quem sente atração sexual por homens é gay
quem faz coisas que não são dignas de homens, é viado
PELO MENOS EU PENSO ASSIM E TAL

luke é viado. ou imbecil mesmo. diz:
AUEHUAHUHEUAUHE
achei que era tudo igual
putz, raphael
LOL CARA
isso faz TODO o sentido
caralho
foi como se tu tivesse acendido a luz da cozinha agora
putz

Raphs está de luto por Arthur C. Clarke diz:
faz sentido

luke é viado. ou imbecil mesmo. diz:
eu sou viado
/putz

Categorias: Logs do Luke