Resenha / Crítica - Juno

Juno
(EUA, Canadá, Hungria, 2007)
Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman, Allison Janney, J.K. Simmons, Olivia Thirlby, Eileen Pedde, Rainn Wilson
Diretor: Jason Reitman
Adaptado do roteiro de Diablo Cody (Brook Busey)
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Duração: 96 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Prêmios: Oscar de melhor roteiro original
Distribuidora: Paris Filmes
Produtores: Fox Searchlight Pictures, Mandate Pictures, Mr. Mudd
Data de Lançamento (Brasil): 22 de Fev. 2008
Juno. Afinal, o que se falar sobre esse filme que meio mundo comenta, mas você nem sabe do que é?
Tá, que é de uma menina grávida você pode até saber, mas do que realmente fala o filme?
Juno MacGuff (Ellen Page) é uma menina de 16 anos que é peça rara em todos os grupos adolescentes: gosta de música alternativa, aprecia certas coisas que ninguém observa e… Descobre que está grávida do até então, melhor amigo, Paulie (Michael Cera), que é estranhão e viciado em Tic-Tac de laranja.
Os dois são da mesma escola, da mesma classe aliás.
O conflito de ambientes e personagens cria um ambiente clichê-inovador, pois mostra a mesmice da sociedade americana (exemplo são os meninos correndo por muitas passagens do filme) e o diferencial desse casal de “amigos” que se deparam em uma situação em que jovens como eles não sabem lidar.
Com sua melhor amiga Leah (Olivia Thirlby), que se interessa por professores, elas arranjam um jeito de alguém ficar e cuidar do neném, pois Juno não se acha em condições: Tem 16 anos e vai cuidar de filho?!
Algo que eu não compreendi, mas logo após, durante o desenvolvimento da trama foi sendo explicado, foi a reação do pai e da madrasta de Juno, que são Mac MacGuff (J.K. Simmons) e Bren MacGuff (Allison Janney). O pai é ex-militar, atual vendedor e reparador de ar condicionados e a madrasta é manicure e tem fixação por cachorros.
Foi algo encarado muito suavemente pelos dois, coisa que aqui no Brasil (pelo menos com a minha família), não seria tolerado de jeito algum, mas esqueçamos do fato de Juno estar grávida, essa é uma HISTÓRIA DE AMOR.
Até que acham um casal: Vanessa Loring (Jennifer Garner) e Mark Loring (Jason Bateman). Mark é um produtor de Jingles e Vanessa, bem… Essa não prestei atenção no que ela faz, mas… Ela quer muito o neném, é o sonho dela ser mãe.

FOFOS DEMAIS.
No primeiro encontro entre as duas partes, Juno descobre o quanto Mark é legal, e se interessa por coisas alternativas como ela. Aliás, ponto positivo é a trilha sonora. Espetacular. Sou suspeita pois, particularmente, adoro esse gênero de música da trilha sonora.
Juno enfrenta os dilemas do mundo adulto, como a separação dos pais adotivos de seu filho e os dilemas do mundo adolescente em que ela vive, como descobrir que, depois de transar com seu amigo, aí sim ela começa a se apaixonar por ele.
Num misto de inexperiência com um comportamento diferenciado dos personagens principais, Juno é um filme de AMOR, que não centra realmente no fato dela estar grávida, e sim em perceber, ver no outro os defeitos, as qualidades e mesmo assim, amar tudo vindo da pessoa ao seu lado. E vice-versa.
Juno repete a si mesma no começo do filme que tudo começou com uma cadeira, e lá pelo fim do filme, também termina com uma cadeira.
O estilo de filme é bem sessão da tarde, pra assistir com os amigos, com o namorado(a) ou até mesmo sozinho, como eu mesma o fiz. É um filme totalmente sem compromisso, leve, com comédia inteligente e que martelou meu coração em relação ao olhar ao próximo.
“Resenha” horrível, terminada as 02:03h por Laura.
(Raphs, depois coloca as tags. BJS :*)
Categorias: -, Resenha
CALANGA STOLE MY BLOG =o
Boa resenha, maravilhosa, ainda não vi o filme, mas só de ler a resenha me interessou, podexá que é o
próximo filme que eu vou ver
ceRteza…
também vi sozinha e gostei pra caralho.
a trilha já foi devidamente gravada e não saiu do meu cd player.
saí do cinema comprando duas caixas de tic tac laranja e com a mesma dúvida da juno: será possível duas pessoas se amarem até o fim?
o filme é fofo, despretensioso e foje dos esteriótipos. super recomendado
e o bleeker? ah, o bleeker… (L)
Sei não… parece filme de mocinha.
pior que parece mesmo.
se não for pela estória, vá pela trilha e pelas piadas
vale a pena =~
Cara, estória para mocinhas é, se você for levar em conta ser uma estória de amor e tal.
Mas num é que é pra “MOCINHAS”, é pra quem pelo menos já passou pela infância e tem noção da fase e dos relacionamentos adultos.
Ele só mostra as diferenças entre um e outro, e a obrigação dela de crescer e perceber o quanto o guri que emprenhou ela é importante pra vida dela. Ele é o ponto de equilíbrio na loucura, entende? xD
Na minha opinião, AMOR num é assunto só pra Mocinhas. heh
agreed.
“nice legs…” hahahaha
Hmm… talvez eu assista.
Mas quem se interessa por amor é mocinha u.u
Rapazinho gosta de filmes de violência hehe
Eu gosto de filme de zumbi e de comédia *o*
Mas filme de amor é legal tb :/
Nao vi o filme ainda, mas a resenha ficou otima.
Ta certo que qualquer resenha fica melhor que a do Rambo, mas ficou boa mesmo.
“Num misto de inexperiência com um comportamento diferenciado dos personagens principais, Juno é um filme de AMOR, que não centra realmente no fato dela estar grávida, e sim em perceber, ver no outro os defeitos, as qualidades e mesmo assim, amar tudo vindo da pessoa ao seu lado. E vice-versa.”
nossa, ele tava grávida.
AHAHAHAHAH ELE TAVA MEMO OK BJS
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